Você está no fluxo Fluxo — Código. A caixa acesa no diagrama é o passo que você está lendo.
O que fazer em cada etapa
1 Receber o kit e-mail ou tela do pedido
Assim que o pagamento é confirmado chegam dois e-mails: um com os dados do pedido e o link do seu pedido, outro com o kit anexado (SVO-<projeto>.zip). Guarde o link: é por ele que você baixa o kit de novo quando quiser, sem depender de achar o e-mail. Nada é instalado na sua máquina por nós — quem descompacta é você.
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2 Descompactar uma pasta por auditoria
Crie uma pasta para esta auditoria e descompacte o ZIP dentro dela.
Cada ZIP é uma auditoria — inclusive o mesmo projeto em níveis diferentes (ONE e Deep) fica em pastas separadas:
auditoria\
├─ meusite_deep\
│ └─ svoaudit\ <- o kit desta auditoria
└─ meusite_one\
└─ svoaudit\Quem separa uma auditoria da outra é a
pasta de cima. Duas auditorias na mesma pasta compartilhariam o mesmo espaço de trabalho — e uma enxergaria o material da outra.
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3 O seu código fica FORA da pasta da auditoria
O seu projeto não entra no svoaudit — ele fica onde já está, em qualquer pasta do seu computador, e a auditoria recebe permissão de leitura para chegar até lá. Com o código dentro do kit, arquivos de instrução que existam nele (CLAUDE.md, AGENTS.md) entrariam no contexto e o auditado passaria a instruir o auditor.
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4 Conferir o ALVO.md já vem preenchido
O
ALVO.md já está na pasta
preenchido por nós: projeto, responsável, token, idioma do relatório, linguagem principal, o escopo que você declarou na medição e o
caminho da pasta do seu código — que veio do
manifesto.json que você enviou.
🔴 Confira o caminho. Ele é o de quando você mediu; se a pasta mudou de lugar desde então, corrija ali. É o único campo que decide o que será lido — e o kit não deixa passar: se a pasta apontada não for a que foi medida, a auditoria para e diz o motivo.
O que continua em branco é opcional e é decisão sua: pastas que são cópia/versão do mesmo código e o que está assim de propósito. Não chutamos esses campos — um palpite nosso seria aceito sem leitura.
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5 Dois cliques no AUDITAR.bat
Dentro da pasta
svoaudit há o arquivo
AUDITAR.bat.
Dois cliques nele e pronto — ele abre a sessão do Claude Code na pasta certa e começa. Não há terminal para configurar nem caminho para digitar.
Linux ou macOS: bash auditar.sh, da mesma pasta.
A IA que já vem no seu editor — Copilot, Gemini — não serve: ela não fala com o nosso servidor e não carrega as travas do kit.
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6 Uma pergunta só e deixe rodar
O Claude pergunta
uma vez se você confia nesta pasta (a
svoaudit que você acabou de descompactar). Responda que
sim: não é formalidade — é essa resposta que
liga as travas que vêm no kit, inclusive a que impede escrever no seu código. Depois disso ele segue sozinho.
Pode levar horas. Um projeto de ~18 mil linhas no nível Deep levou cerca de 2 horas. Você não precisa ficar olhando a tela: cada etapa é gravada em disco assim que fecha. Se ele precisar parar — limite de uso da sua conta, queda de conexão, falta de luz —, você abre o AUDITAR.bat de novo e ele continua de onde parou. Nada se perde e nada é refeito.
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7 O relatório nasce na sua pasta
O relatório é gravado dentro do svoaudit, com o modelo de IA que o produziu registrado no cabeçalho. Ele fica com você — a SVO não recebe cópia. Para nós vai só o nome das etapas concluídas, que é o que permite retomar de onde parou em vez de recomeçar do zero.
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Você está no fluxo Fluxo — Infra. A caixa acesa no diagrama é o passo que você está lendo.
O que fazer em cada etapa
1 Receber o ZIP por e-mail
Igual ao fluxo de código: o kit e o token chegam por e-mail depois do pagamento. A diferença começa no próximo passo — aqui o kit vai para o servidor, não para a sua máquina.
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2 Instalar o Claude Code NO SERVIDOR
A auditoria de infra roda dentro do servidor auditado — é lá que estão os containers, os serviços e as configurações reais. Isso exige o Claude Code instalado e autenticado no servidor. O guia LEIA-PRIMEIRO-MODELO2.md, dentro do ZIP, cobre a instalação passo a passo.
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3 Descompactar no servidor FORA da raiz web
Escolha uma pasta que não seja servida pela web. A pasta vai conter o seu token e o relatório com o caminho e a linha de cada falha encontrada — publicada, ela seria baixável da internet com nome previsível. Seria a auditoria criando o pior achado do próprio relatório.
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4 Conferir que a pasta não está publicada
Quem decide é o
caminho, não o
curl. Dentro da pasta, rode
pwd: se o caminho começar pela raiz que o site publica (
/var/www/html/…,
public_html/…), ela
já está publicada — mova para a sua
$HOME agora.
Só então, se quiser confirmar de fora, peça o arquivo pela URL correspondente ao caminho onde a pasta realmente está: curl -sI https://seudominio/<caminho>/ALVO.md. Um 200 condena; um 404 não absolve — o curl só testa a URL que você digitou, e caminho adivinhado errado devolve 404 com a pasta exposta em outro endereço. Deu 200? Pare, mova a pasta e peça um token novo: o antigo pode ter sido lido. A própria auditoria refaz essa conferência antes de gravar o relatório.
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5 Preencher o ALVO.md (host e escopo)
Aqui o alvo não é uma pasta de código: é o host — ou, no modelo 3, a sua fatia dele (os seus containers, os seus serviços). O escopo delimita o que pode ser observado. E a declaração continua obrigatória: você declara que o servidor é seu, ou que tem autorização escrita para auditá-lo.
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6 Dar um comando e deixar rodar
O mesmo comando, na sessão aberta no servidor:
"leia o ALVO.md e execute a auditoria"
Aqui a regra somente-leitura pesa ainda mais: em produção não há a quem perguntar no meio da noite, então comando que não é leitura
não é executado — fica anotado no relatório como recomendação.
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7 O relatório fica no servidor
O relatório é gravado na pasta da auditoria, no servidor, e é seu. Baixe-o pelo canal que você já usa para administrar a máquina. A SVO não recebe cópia — só o progresso das etapas.
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